Mais uma vez, como vem sendo comum nos jogos de brasileiros ultimamente, o VAR foi protagonista da partida entre Inter e Maracanã, pela terceira fase da Copa do Brasil. Na noite de ontem no Beira-Rio, o time de Roger Machado sofreu com dois gols anulados pela arbitragem de vídeo, o que gerou repercussões e discussões nas redes sociais.
Cada interferência feita pelo árbitro Gilberto Rodrigues demorou em média 4 minutos. O primeiro foi o gol de letra marcado por Wesley, ainda no primeiro tempo, anulado minutos depois pela checagem do VAR. Depois, na segunda etapa, o jovem estreante Raykkonen Soares marcou de cabeça para o colorado, em lance novamente anulado por um toque na mão do jogador.
“Tem um toque de mão embaixo na hora do cabeceio, tem uma mudança de direção da bola quando bate no braço, ela vai pra baixo. Na hora da conclusão, ela resvala no jogador que faz o gol, sugiro revisão, porque o braço chicoteia para trás”, diz Rodrigues para o árbitro de campo Bruno Vasconcelos. Após a checagem no vídeo, o gol foi anulado.
No terceiro lance, no gol de Gustavo Prado, no final da partida, o VAR interferiu novamente para analisar a posição de Wesley, que cabeceia na trave momentos antes. “Eu preciso ver o pé dele (Wesley) lá embaixo, não tem nada do ombro, mas eu preciso ver o pé”, diz Gilberto Rodrigues. Após quase cinco minutos e muitas linhas traçadas o gol da vitória colorada foi validado.
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