Contrariando o próprio histórico recente, o Inter chega ao clássico deste sábado pressionado pelo desempenho abaixo do esperado no Beira-Rio pelo Campeonato Brasileiro. Em cinco partidas disputadas diante da torcida, a equipe somou apenas quatro pontos (uma vitória sobre a Chapecoense, um empate com o São Paulo e derrotas para Palmeiras, Bahia e Athletico-PR). O cenário transforma o Gre-Nal em uma oportunidade decisiva para recuperação dentro de casa.
A missão do técnico Paulo Pezzolano é fazer o time reencontrar o equilíbrio entre consistência defensiva e protagonismo ofensivo. A tendência é de manutenção de uma estrutura mais cautelosa, mas sem abrir mão da iniciativa. Nesse contexto, as principais indefinições estão no setor ofensivo. Nem mesmo o capitão Alan Patrick tem presença assegurada entre os titulares. Embora sua utilização represente maior controle de posse e qualidade na articulação, o treinador já indicou que pode priorizar atletas com maior velocidade, dependendo da estratégia adotada.
O último treinamento antes do clássico, realizado na manhã desta sexta-feira no Beira-Rio, foi marcado por ajustes táticos e testes de diferentes formações. A comissão técnica trabalhou variações de posicionamento e manteve o ambiente de incerteza. Nem mesmo os jogadores foram informados sobre a escalação inicial, reforçando o clima de mistério para o confronto.
Para o duelo, Pezzolano terá apenas uma ausência confirmada: o zagueiro Victor Gabriel, suspenso após receber o terceiro cartão amarelo na vitória sobre o Corinthians. Em contrapartida, o equatoriano Félix Torres retorna e volta a ser opção para a defesa.
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