
O Tribunal do Júri de Camaquã condenou seis pessoas por crimes graves relacionados a um caso ocorrido em fevereiro de 2022, no interior do Rio Grande do Sul. Conforme divulgado, os réus foram responsabilizados por homicídio qualificado consumado de um refém, além de quatro tentativas de homicídio contra policiais civis.
De acordo com as informações apresentadas durante o julgamento, o grupo estaria reunido em uma propriedade rural com o objetivo de executar um desafeto ligado ao tráfico de drogas. Durante a ação policial, equipes do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) foram recebidas a tiros, o que caracterizou as tentativas de homicídio contra os agentes de segurança.
Segundo o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), houve uso de armas de fogo de uso restrito durante o confronto, além de forte organização do grupo. A acusação foi conduzida pelos promotores de Justiça Lucas Codeceira e Fernando Mello Müller, este último atuando pelo Núcleo de Apoio ao Júri.
O julgamento teve início na quinta-feira, dia 16 de abril de 2026, e foi concluído na sexta-feira, dia 17. As penas aplicadas aos condenados variam entre 29 e 39 anos de reclusão, além de períodos adicionais de detenção. Todos foram condenados pelos crimes apresentados na denúncia.
Um sexto réu recebeu pena de um ano de detenção por porte de arma, sendo absolvido das acusações de associação criminosa e receptação.
O caso segue como um dos episódios de maior gravidade envolvendo confronto armado contra forças de segurança no Estado nos últimos anos.
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Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS)












