Câmara Municipal de Pelotas
Redação: Imprensa Câmara
Data:
13/05/2026
Pedido
de informações endereçado à Secretaria Municipal de Saúde, de
autoria do segundo vice-presidente da Mesa Diretora da Câmara e
presidente da Comissão de Saúde, vereador Tauã Ney (PSDB), acerca
do compressor odontológico da Unidade Básica de Atendimento
Imediato (Ubai) Lindoia, inoperante no momento, desencadeou ampla
discussão na sessão plenária desta quarta-feira (13), com
participação de diversos parlamentares sobre a saúde bucal no
município.
Tauã
Ney quer saber quando o compressor foi adquirido e colocado em
funcionamento na Ubai Lindoia e se o equipamento apresentou defeito
anterior ao problema atual que o mantém desligado. O vereador ainda
pergunta, entre outras questões, quando o compressor tornou-se
inoperante, se há contrato ativo de manutenção e se os pacientes
estão sendo redirecionados para outras unidades.
Parlamentares,
durante manifestações sobre saúde bucal, destacaram que problemas
em consultórios dentários de Unidades Básicas de Saúde se
verificam de forma frequente e em volume considerável. Não raras
vezes, há falhas em equipamentos odontológicos e até no
mobiliário, como cadeiras que não funcionam. Revisão geral das
instalações da rede deve ser realizada pelo Município, a partir da
pauta levantada no Legislativo.
Atendimento
preferencial
O
plenário do Legislativo também aprovou projeto de lei de autoria do
vereador Tauã Ney, que dispõe sobre garantia de atendimento
preferencial às pessoas em tratamento oncológico em Pelotas. Para
os efeitos da Lei, são considerados estabelecimentos obrigatórios
ao ajuste os supermercados, mercados e mercearias, padarias, agências
bancárias e instituições financeiras, farmácias e drogarias,
lojas de comércio em geral e repartições públicas e prestadores
de serviços.
“As
prioridades para pacientes em tratamento oncológico são referentes
a filas, caixas e guichês. O acesso deverá ser facilitado sempre
que houver sistema de senhas ou filas organizadas”, explica o
vereador, salientando que o objetivo da legislação é humanizar o
atendimento cotidiano, reduzir o desgaste físico e emocional dessa
parcela da população e reafirmar o compromisso do Poder Público
com políticas que coloquem a vida, a saúde e a dignidade em
primeiro lugar.










