Há 27 anos
O prédio do século 19, chamado popularmente por “Casa da Banha”, foi reconhecido como patrimônio estadual, em maio de 1999. A solenidade de tombamento pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) ocorreu em Pelotas e contou com a presença do, então, secretário de estadual de Cultura, Luiz Pilla Vares, representantes do Iphae, membros do Conselho Municipal de Cultura e da Câmara de Vereadores.
Apesar de ser um pleito de boa parte da comunidade, patrimonializar o casarão, construído entre 1830 e 1835, não transcorreu tranquilamente. Na época o proprietário do prédio era o Clube Caixeiral, que havia sido notificado do tombamento provisório em 1996.

(Foto: Reprodução)
A direção da entidade chegou a recorrer, naquele período, junto ao Estado, mas a justificativa foi considerada improcedente. Com a decisão, o Iphae pode retomar o processo. Na época, o tombamento da “Casa da Banha” foi o primeiro feito no governo de Olívio Dutra (PT).
Restaurado desde 2007
O prédio histórico também integra o Conjunto Histórico de Pelotas, reconhecido como Patrimônio Nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em um dos momentos mais marcantes da história do Rio Grande do Sul, a Revolução Farroupilha, o imóvel serviu foi utilizado como quartel general de Manoel Marques de Souza, o Conde de Porto Alegre.
O imóvel também se tornou sede da Câmara Municipal, do Diário de Pelotas, da União Republicana e Quartel de Polícia. Em 1893, foi prisão dos chefes federalistas, sendo posteriormente Estação Telegráfica.
No ano de 2000, parte do telhado da Casa da Banha chegou a afundar, mas em 2001, a cobertura foi restaurada, por meio da através da Secretaria de Estado da Cultura. O imóvel foi adquirido pela Construtora Ricardo Ramos em 2006 e a obra de restauração iniciou ainda naquele ano, tendo sido concluída em 2007, mesmo ano em que o Caixeiral deixou de ser o proprietário do imóvel.
Fonte: Acervo Bibliotheca Pública Pelotense
Há 20 anos
Ministério da Educação reconhece o curso de Fisioterapia da UCPel
Em maio de 2006, a Universidade Católica de Pelotas (UCPel) recebeu o parecer conclusivo por parte do Ministério da Educação (MEC) reconhecendo o curso de Fisioterapia. A graduação, que teve início no primeiro semestre de 2003, tinha duração de quatro anos e meio.
O curso contava com 196 alunos e a primeira turma estava com formatura marcada para julho de 2007. A coordenadora da época, professora Patrícia Haertel Giüsti, caracterizou o currículo como inovador, seguindo avaliação feita pelo próprio MEC. Uma das novidades era que, desde o primeiro semestre os alunos tinham contato com a prática, atendendo em diferentes locais, que abrangiam vários níveis de complexidade.
Fonte: Acervo Bibliotheca Pública Pelotense
Há 80 anos
Rio Grande adota o “sábado inglês” em maio de 1946

(Foto: Reprodução)
O prefeito, o engenheiro Miguel de Castro Moreira, do município de Rio Grande assinou decreto, com data de 10 de maio de 1946, instituindo o chamado “sábado inglês”. A partir daquela data o comércio varejista encerraria suas atividades ao meio-dia dos sábados.
A obrigatoriedade não incluía estabelecimentos, que pela sua natureza, estivessem sujeitos a outros horários. Como por exemplo, barbeiros, cabeleireiros, comércios de secos e molhados (mercearias) entre outras poderiam funcionar na tarde de sábado, porém só voltariam a abrir as portas às 13h de segunda-feira.
Outra novidade era o fechamento do comércio às 18h, de segunda a sexta, entre os meses de julho a agosto, com exceção dos sábados. E nos meses de dezembro e na semana do Carnaval, a prefeitura autorizava que os comércios adotassem horários especiais. Em caso de desobediência o estabelecimento seria multado.
Fonte: Acervo Bibliotheca Pública Pelotense












