O técnico Paulo Pezzolano inicia a semana de treinamentos nesta terça-feira com um desafio claro no Inter: encontrar uma formação que permita a utilização simultânea de Alan Patrick e Carbonero sem comprometer a consistência defensiva da equipe. O próximo compromisso será diante do Fluminense, no domingo, no Beira-Rio.
Após o empate em 2 a 2 com o Botafogo, no último sábado, o treinador reconheceu a dificuldade em encaixar a dupla e admitiu uma espécie de “dívida” pessoal com os jogadores. “É uma dívida minha encaixar eles dois no time que consiga atacar e defender bem. É uma dívida que eu penso todos os dias, porque são jogadores de grande nível que necessitamos dentro de campo”, afirmou.
Até aqui, a comissão técnica tem optado por alternar a presença dos dois entre os titulares. Diante do Botafogo, Carbonero iniciou a partida, enquanto Alan Patrick ficou como opção no banco. Já no confronto anterior pelo Brasileiro, na derrota para o Mirassol, no Beira-Rio, o meia começou jogando, e o colombiano foi acionado apenas na etapa final. Contra o Athletic, entre um e outro, Carbonero sequer foi a campo.
A tendência, porém, é de mudança para o duelo do fim de semana. Pressionado pela necessidade de somar pontos e evitar a aproximação da zona de rebaixamento, o Inter deve ter uma formação mais ofensiva. Nesse cenário, a presença conjunta de Alan Patrick e Carbonero surge como alternativa para aumentar a criatividade e o poder de ataque, sem perder o equilíbrio que Pezzolano considera fundamental.
Veja Também














