A permanência de Alerrandro no Inter após o fim da temporada segue indefinida — e, neste momento, é pouco provável. Contratado por empréstimo em janeiro, o atacante tem metas estabelecidas em contrato que estão longe de serem alcançadas.
O vínculo prevê a obrigatoriedade de compra caso o jogador participe de pelo menos 60% das partidas, com um mínimo de 45 minutos em campo, além de atingir a marca de 15 gols. Até aqui, os números mostram um cenário distante desse objetivo.
Em 2026, Alerrandro esteve em campo em 15 dos 22 jogos disputados pelo Inter, mas apenas em cinco deles atuou por mais de 45 minutos. Isso representa cerca de 22% de participação dentro dos critérios estipulados. Ou seja, bem abaixo do exigido. Para reverter esse quadro, o atacante precisaria se firmar como titular, algo que, no momento, esbarra na concorrência com Rafael Borré, que, apesar dos números igualmente ruins, segue sendo o preferido do técnico Paulo Pezzolano para liderar o ataque do Inter.
Outro fator que pesa contra a continuidade é o valor estipulado para a compra dos direitos. Conforme o acordo firmado com o CSKA Moscou, o investimento seria de 6,5 milhões de euros, quantia considerada fora da realidade financeira do Inter.
Hoje aos 26 anos, Alerrandro viveu seu melhor momento em 2024, quando terminou o Campeonato Brasileiro como artilheiro defendendo o Vitória. No início do ano seguinte, rescindiu contrato com o Red Bull Bragantino e acertou sua transferência para o futebol russo. No CSKA Moscou, entretanto, o desempenho também ficou aquém das expectativas: foram apenas dois gols em 21 partidas ao longo de 2025.
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