José Olavo Bisol quebrou o protocolo e convocou uma entrevista na tarde desta quarta-feira. Preocupado com as críticas ao time colorado — que se avolumaram nos últimos dias e chegaram ao clímax durante a vitória por 1 a 0 sobre o Maracanã, na terça-feira, com um gol nos acréscimos —, o vice-presidente de futebol saiu em defesa do trabalho conduzido por Roger Machado no CT Parque Gigante. Admitiu as dificuldades, mas, munido de uma série de números, afirmou que a situação não é tão ruim assim.
“Quando a gente traz essas informações, não é para dizer que está tudo bem. A gente se cobra e olha todos os detalhes. Todos os dias nos reunimos para diagnosticar e ver o que podemos melhorar”, afirmou Bisol, após citar o aproveitamento do Inter no Brasileirão e na temporada como um todo. Também mencionou o número de gols marcados e o desempenho defensivo, entre outros aspectos.
“A gente nunca disse que as coisas eram tranquilas e que daríamos conta de todas as competições sem problemas. Temos que entender as oscilações e o contexto. Não procuramos desculpas, mas estamos trazendo questões que todos os clubes enfrentam e que precisamos superar”, disse.
Embora não tenha falado textualmente, ao mencionar “dificuldades”, referia-se principalmente ao calendário. E, para ele, maio será mais desafiador devido ao grande número de partidas fora de Porto Alegre. “Temos elenco e capacidade de estratégia para buscar resultados fora de casa. Acho que temos condições de terminar o mês de maio classificados na Copa do Brasil e na Libertadores”, afirmou.
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