A virada sofrida nos minutos finais não apagou as impressões positivas deixadas pela Malgi contra o Taboão/Magnus, nesta sexta-feira (10), na estreia da Liga Feminina de Futsal (LFF). Para o técnico Maurício Giusti, o desempenho contra as atuais campeãs da Libertadores é um indício do potencial da equipe para o restante da temporada.
“Mostramos ao Brasil quem é a Malgi, o que viemos fazer nesse ano”.
Para o comandante, não apenas a parte vista em quadra merece destaque, mas também o trabalho do staff no que envolveu logística e preparação física para o jogo – o primeiro de uma série de três compromissos contra três das melhores equipes do futsal feminino nacional.
A Malgi vai receber o Stein Cascavel (PR), vice-campeão da LFF no ano passado. A partida será às 15h30min do dia 24 de abril, uma sexta-feira, no ginásio do Sesi, em Pelotas. Depois, o calendário reserva outro jogo em casa, dia 8 de maio, diante das atuais vencedoras da competição, as Leoas da Serra, de Lages (SC).
“Um empate era mais justo”
Faltavam pouco mais de seis minutos para o encerramento do confronto na região metropolitana de São Paulo e o placar era de 3 a 1 para a Malgi na noite de sexta. O Taboão aproveitou a superioridade numérica com a goleira linha e conseguiu virar rapidamente para 4 a 3.
“Pena que o resultado não ficou, um empate acho que era mais justo, mas esporte de alto rendimento é assim, no detalhe”, avalia Giusti. O treinador lamentou os gols perdidos e considera ser necessária uma preparação mais adequada para situações de vantagem no placar.














