O novo valor da tarifa do transporte coletivo em Pelotas passou a ser de R$ 6,25, gerando reação entre moradores de diferentes regiões da cidade. A principal queixa é que o aumento não veio acompanhado de melhorias perceptíveis no serviço.
Na Colônia Z3, usuários relatam dificuldades frequentes com horários reduzidos e intervalos longos entre os ônibus. Segundo moradores, a falta de opções compromete deslocamentos para trabalho, consultas e estudos. “Pagamos uma passagem alta, mas os horários são ruins. Muitas vezes precisamos sair muito antes de casa porque não sabemos se vai ter outro ônibus logo depois”, afirma um morador da localidade.
Além dos horários, também há críticas às condições da estrada de acesso à Z3. Conforme relatos enviados à reportagem, o trecho apresenta buracos e trechos considerados precários. “A estrada para cá está cheia de buracos. A passagem aumenta, mas a qualidade não sobe”, diz outro morador.
No bairro Guabiroba, a principal reclamação é a superlotação, especialmente nos horários de pico. De acordo com usuários, ônibus circulam cheios no início da manhã e no fim da tarde. “Subiu a passagem, mas não melhora a qualidade. Nos horários de pico, os ônibus vão lotados e muitas vezes nem param porque já estão cheios”, relata um morador da região.
As manifestações refletem a insatisfação de parte da população com o reajuste da tarifa. Até o momento, a Prefeitura e as empresas responsáveis pelo transporte coletivo não haviam se manifestado sobre as reclamações citadas.
A reportagem segue acompanhando a situação e abre espaço para posicionamento oficial dos responsáveis pelo serviço.
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Fonte: Redação Pelotas Notícias














