Uma pesquisa científica coordenada por uma pesquisadora brasileira tem avançado no desenvolvimento de uma alternativa experimental para o tratamento de lesões na medula espinhal. O estudo envolve uma molécula sintetizada em laboratório com potencial para estimular a reconexão de neurônios e a regeneração neural.
De acordo com as informações divulgadas, os estudos tiveram início ainda na década de 1990 e utilizam uma proteína derivada da placenta humana como base para o desenvolvimento da substância. Em etapas preliminares, os testes indicaram recuperação funcional parcial em parte dos participantes avaliados.
Em janeiro de 2026, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início da fase 1 dos estudos clínicos oficiais, etapa voltada à avaliação da segurança do composto em voluntários com lesões na coluna vertebral ou na medula espinhal.
O projeto é desenvolvido em parceria com um laboratório farmacêutico nacional e conta com financiamento de instituição estadual de fomento à pesquisa. A iniciativa é considerada um marco científico e segue em fase experimental.
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