Mais de 600 pescadores artesanais da região da Lagoa Mirim enfrentam dificuldades financeiras devido ao atraso no pagamento do seguro-defeso, benefício previsto em lei para garantir sustento durante o período de restrição da pesca.
Segundo relatos, cerca de 630 trabalhadores dos municípios de Jaguarão, Arroio Grande, Santa Isabel, Rio Grande e Pelotas ainda não receberam as parcelas do auxílio, que corresponde a três pagamentos no valor de um salário mínimo.
Na Lagoa Mirim, a pesca é proibida entre 1º de novembro e 30 de janeiro, período de piracema. Representantes da categoria informam que, somente em Jaguarão, aproximadamente 100 pescadores credenciados seguem sem receber nenhum valor.
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