Apesar de se dizer ‘lisonjeado’, o pré-candidato à presidência pelo Novo, Romeu Zema, reiterou que não será vice na chapa do pré-candidato ao Planalto, senador Flávio Bolsonaro (PL). “Eu vou levar a minha pré-candidatura e candidatura até o final, até porque eu tenho propostas diferentes. Eu sou o único candidato que sempre foi pagador de impostos e não recebedor de impostos”, assegurou o ex-governador mineiro.
Em Porto Alegre para participar do painel dos presidenciáveis, promovido pelo Fórum da Liberdade, Zema destacou que o seu diferencial entre os demais candidatos do mesmo campo ideológico é a sua trajetória no meio privado e longe da política. “O Brasil precisa de uma chacoalhada. E quando se quer uma chacoalhada, geralmente é preciso alguma pessoa com um modelo mental diferente”, disse.
Destacando sua trajetória no governo de Minas Gerais, Zema disse que é preciso “dar exemplo”. Entre esses exemplos está o fato de “não ter empregado” nenhum parente.
Questionado se era favorável ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, o ex-governador defendeu não só o afastamento, como a prisão. “O que fizeram, para mim, caracteriza motivo para prisão. Estão utilizando o cargo de forma promíscua para enriquecimento ilícito”, finalizou.











