A Polícia Civil deflagrou a segunda fase da Operação Rede Pix em Capão do Leão, com foco no aprofundamento das investigações contra uma organização criminosa suspeita de atuar em crimes de roubo qualificado, cárcere privado e lavagem de dinheiro no município.
Nesta etapa, foram cumpridas 11 ordens judiciais, incluindo sete mandados de busca e apreensão e quatro de prisão preventiva. Até o momento, um homem e uma mulher foram presos. Um casal apontado como integrante do grupo segue foragido, e as diligências continuam em andamento.
Segundo a investigação, o caso tem como base um crime ocorrido em dezembro de 2025, quando uma família foi mantida em cárcere por cerca de 73 horas dentro da própria residência. Conforme apurado, durante o período, foram subtraídos veículos e armas, além da realização de transferências bancárias via Pix, feitas sob coação das vítimas.
De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava uma estrutura financeira baseada em “contas laranjas” espalhadas por diferentes estados, como Amazonas e Paraná, com o objetivo de fragmentar os valores obtidos e dificultar o rastreamento. Ainda conforme a apuração, vínculos familiares teriam sido usados para disfarçar movimentações financeiras, inclusive com a presença de crianças durante tentativas de uso de cartões bancários, numa estratégia para reduzir suspeitas.
A operação concentra esforços na identificação dos executores diretos do crime e na responsabilização dos envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro. A ação integra medidas de inteligência policial e cooperação entre forças de segurança de diferentes estados.
A Polícia Civil informa que novas prisões não estão descartadas e que as buscas seguem para localizar outros investigados.
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Fonte: Polícia Civil














