O debate sobre o futuro das rodovias da Metade Sul do Rio Grande do Sul voltou a ganhar destaque após manifestações do deputado federal Afonso Hamm durante audiências públicas promovidas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres.
As discussões tratam do novo modelo de concessão das BRs 116 e 392, vias estratégicas que ligam municípios da região ao Porto de Rio Grande. Segundo o parlamentar, é fundamental garantir tarifas mais justas e revisar a localização das praças de pedágio.
Durante os encontros realizados em Brasília, Porto Alegre e Pelotas, Hamm destacou que a presença de pedágios próximos a áreas urbanas impacta diretamente trabalhadores e moradores que utilizam as rodovias diariamente.
De acordo com o deputado, a cobrança nesses pontos acaba penalizando deslocamentos básicos, como acesso ao trabalho, estudo e serviços de saúde. Ele defende a retirada dessas estruturas em perímetros urbanos como medida prioritária.
O parlamentar também criticou o histórico de tarifas elevadas na região, apontando que isso prejudicou o desenvolvimento econômico e dificultou a competitividade da Metade Sul ao longo dos anos.
Outro ponto levantado foi a necessidade de mais clareza no modelo apresentado, incluindo questionamentos sobre critérios de reajuste, cobrança por eixo suspenso e inclusão de obras já previstas anteriormente.
Entre as demandas, Hamm destacou como urgente a duplicação do trecho entre Pelotas e Canguçu, considerado crítico pelo alto índice de acidentes.
Além disso, o deputado propôs a realização de novas audiências públicas em cidades como Camaquã, Rio Grande e Canguçu, com o objetivo de ampliar a participação da comunidade no processo.
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