A proximidade do início do ano letivo na rede municipal tem aumentado a apreensão de famílias de alunos com deficiência, autismo, síndrome de Down e outros perfis neurodivergentes em Pelotas.
A situação motivou uma reunião na Secretaria Municipal de Educação com representantes de pais, de uma associação ligada à causa e do vereador Antonio Peixoto. O encontro ocorreu diante da incerteza sobre a contratação de profissionais que atuam diretamente no apoio aos estudantes em sala de aula.
Segundo relatos apresentados, dois pontos preocupam: a ausência de edital para cerca de 600 vagas de auxiliares de inclusão e a falta de apreciação, pela Câmara Municipal, de um projeto que prevê 128 contratos emergenciais de professores auxiliares, protocolado ainda em dezembro.
De acordo com o vereador, a mobilização surgiu após o contato de pais que temem que crianças e jovens iniciem as aulas sem o acompanhamento necessário. Representantes das famílias destacaram a angústia diante da demora nas definições.
Durante a reunião, a Secretaria informou que realiza um levantamento junto às direções das escolas para tentar manter a carga horária de professores que já auxiliam nesse atendimento, com previsão de diagnóstico na segunda semana de fevereiro. A medida, porém, é considerada paliativa.
A expectativa agora é pela publicação do edital dos auxiliares de inclusão e pela votação dos contratos emergenciais, considerados fundamentais para assegurar o suporte adequado aos alunos no retorno às aulas, previsto para 23 de fevereiro.
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